Desenho esfumado com PH

Este é mais uma das encomendas que fiz.

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Nela eu experimentei uma forma de esfumar diferente. Geralmente eu uso o esfuminho, porém o problema do esfuminho é que com ele demora muito, pois sua superfície de contato é muito pequena.

Neste desenho eu usei a técnica de esfumar com PH!

Para você que se perguntou agora que técnica é essa, não se apavore, é simples: Papel Higiênico!

Eu usei um pedaço de papel, 30 cm mais ou menos, e fui dobrando até ficar bem fininho, como um canudo. Feito esto dobrei ao meio o papel para ter uma ponta arredondada. Fiz outro rolo de papel maior para superfícies maiores que não não necessitem de muita precisão no sombreamento. Posso dizer que fazendo desta forma eu economizei pelo menos 30% do tempo que eu costumo gastar em um desenho assim. Totalizando, foram mais ou menos 17 horas.

Se alguém se interessar, posso explicar mais em um outro post sobre esta técnica!

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Técnica do Pincel Seco

Técnica muito parecida com a de desenho com grafite, a pintura do pincel seco ou Drybrush, é descrita pelo artista plastico Igor Kazarin, como sendo uma tecnica moderna do seculo XX, e com efeito agradavel da tecnica de percepção do desenho. A sua experiencia são de 20 anos em retratos e tem como média de 4 a 6 horas de tempo de execução de cada trabalho.

Para quem deseja começar a se aventurar nesta nova técnica, ele diz que quem já tem habilidade com o grafite terá menos dificuldade em aprender o ‘Pincel Seco’.
Dados da tecnica:

  • Nome: Drybrush
  • Origem: Moscou, Russia
  • Data: meados do século 20
  • Tema: Retrato
  • Pré-requisito: noções de desenho de retrato e técnicas secas.

Material para tecnica pincel seco:

  • tinta a óleo cor preta;
  • óleo de maquina de costura (lubrificante interno);
  • pincéis de cerdas sintéticas;
  • tela ou papel Fabriano;
  • lápis HB para esboço;
  • borracha.

Modo de pintar:
Realize com lapis HB o esboço do retatro com base de uma foto, depois prepare a sua paleta: “…em uma paleta de qualquer tinta de óleo preta é espremido uma pequena quantidade de tinta, se desejar pode adicionar umas duas ou três gostas de óleo de maquina como solvente. O segredo está em molhar o pincel na tinta o menos possível, e esfrega-lo bastante na paleta antes de ir para o papel, de forma que o pincel esteja bem seco e homogêneo.

Para compreendemos exatamente, nada melhor que assistir o vídeo do artista Igor realizando o retrato de Johnny Depp:


Pastel Seco colorido

 

Embreve estarei postando um tutorial completo sobre está técnica…, aguardem!!

Tutorial – Como desenhar um Rosto Passo a Passo

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Aqui está mais um tutorial completo que mostra todos os passos para se desenhar um retrato realista, ideal pois aqui estão expostas as bases necessárias para seu aperfeiçoamento. Mas caso você ainda seja um iniciante, sugiro que antes pratique os tutoriais de base citados abaixo, que lhe darão a base que você precisa, e assim obter mais facilidade na execução das técnicas especificadas no tutorial :

“O aperfeiçoamento exige de nossa parte muito esforço e dedicação! Não é possível estar entre os melhores sem passar por todos os caminhos duros da aprendizagem! ”  (Ornam MMaia)

Técnica de Sombreamento em Círculos

Treinando Técnicas de Sombreamento!!!

Como usar o Boleador em desenhos à Grafite

Desenhando Elipses

Tutorial – Como desenhar uma boca e como desenhar os dentes a Grafite

Tutorial – Como desenhar um Olho Realista

Tutorial – Como desenhar Nariz

Após você adquirir o conhecimento básico necessário sobre sombreamento você já está pronto para começar a fazer belos retratos. Você pode usar um papel oficio mesmo, e será interessante variar nas opções de lápis do 2H para o 7B.

Aqui foi desenhada a bela Kelly Monaco. Esta imagem eu encontrei na internet, e você pode escolher outra imagem, ou pode baixar o pacote de imagens que disponibilizo para download!

Vamos aos Passos

rosto passos

Passo 1 – Primeiramente você precisará fazer o esboço básico do desenho.  Faça o contorno com traços

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Tutorial – Como desenhar superfícies Metálicas

Eu estou publicando este tutorial para mostrar os diferentes passos que se pode dar na elaboração de um desenho metálico realista. Existem vários métodos diferentes, por isso, lembre-se que o esboçado aqui não é uma regra, e sim, mais uma idéia para auxiliar aos que buscam aperfeiçoar suas técnicas!

 

Abaixo apresento um passo a passo ilustrado, está preparado para coloca-lo em pratica? Vamos lá então!

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Tutorial – Como desenhar uma boca e como desenhar os dentes a Grafite

Desenhar bocas, é um grande desafio. Quando comecei a desenhar, não ficava satisfeito com a aparência das bocas nos desenhos, não ficava natural. Posso dizer que apanhei bastante antes de aprender! Este tutorial vai ensina-los os principais pontos, para que vocês não precisem apanhar como eu apanhei para aprender! Principalmente em relação aos dentes! Ornam MMaia

Estou publicando este tutorial para tirar algumas duvidas que temos quanto a alguns detalhes ao se desenhar uma boca, e principalmente os dentes de forma Realista com lápis a grafite.

image ATENÇÃO: Este post ainda não acabou, Continue Lento clicando no Link abaixo!

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Tutorial – Como desenhar um Olho Realista

Eu estou publicando este tutorial demonstrando como desenhar um olho realista em 15 Passos. Este método servirá como uma referencia, não como uma regra! Existem vários métodos diferentes, caberá a cada um adaptar a sua forma de trabalhar.

Lembre-se, o olho é uma das partes mais demoras de se desenhar, então está parte será como um teste de paciência para ver se você vai suportar terminar seus desenhos!

(Ornam MMaia)

15 Passos Para se desenhar um olho Realista:

Bom este olho que vamos desenhar é nada mais, nada menos que o olho do melhor desenhista realista da atualidade: Armim Mesmman.

imageLeia e pratique este tutorial a seguir, nele você encontrará os 15 passos para se fazer um olho realista.

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Desenhando Elipses

“Eu fico me perguntado por diversas vezes que meio utilizar para melhorar a perspectiva e apresentação de um desenho com seus mais variados elementos, mas sempre a Elipse fica em primeiro lugar, no topo das opções. As Elipses podem ter a aparência de ser muito difícil, mas, como a maioria dos problemas que temos, elas podem ser decompostos em formas mais fáceis de trabalhar conforme explicarei abaixo.” (MJ Sibley Dip.AD.)

A Ellipse

Com faço para desenhar uma elipse?

Muita atenção O olho do observador pode detectar qualquer irregularidade em uma “forma” desenhada, seja ela um quadrado cujos lados não tem o mesmo comprimento, um “círculo” que não é circular e no caso,  uma elipse irregular, também será facilmente notada. Ou seja, quando a imagem está irregular, foge do que o olho esperava ver, por isso fica tão nítido a irregularidade. Em suma, um “círculo” representa a realidade global da cena e fazê-lo com perfeição permite que essa realidade global seja mantida. O mesmo é verdade para a elipse.

O que é uma elipse?

Uma elipse é simplesmente um círculo em perspectiva. Este é um conceito importante que você deve manter em mente.

Uma elipse, portanto, deve obedecer às mesmas regras como um círculo – que consiste em arcos, não contém linhas retas e, se divide em quatro partes, cada segmento é idêntico ao dos outros três.

Dividir o problema

Assim, como com o círculo, uma elipse contém quatro segmentos idênticos. Para este estudo desenhe uma elipse com uma elipse modelo. Ou use um programa de computador como o Paint, por exemplo, para fazê-la e depois imprima. Agora, desenhe uma linha vertical através da elipse para dividi-la igualmente na metade, em seguida, uma linha horizontal. Fica claro que cada quadrante é igual aos demais – apenas a orientação é diferente. O segmento superior esquerdo é uma imagem espelho do canto superior direito, que é uma imagem espelho vertical do segmento inferior direito abaixo … Você acabou de reduzir o problema em 75% (3/4) – e está ficando mais fácil a cada minuto!

Estudo da geometria

Agora vamos desenhar uma caixa em torno de nossa elipse, para que possamos estudar corretamente a geometria de um desses segmentos. Se você for destro, eu sugiro que você se concentre no canto superior esquerdo – utilizando o movimento natural do pulso, este é o primeiro arco que você fará. Observe que ambas as extremidades são “lisas” para os lados da caixa – uma elipse nunca forma a um ponto na parte superior ou inferior. Note também como o arco, enquanto viaja de cima para baixo, delicadamente desenrola a partir de uma curva apertada para uma curva suave. Ele faz isso sem problemas, sem indício de uma seção reta.

As primeiras tentativas

Este exercício consiste em fazer a elipse de forma inclinada, ou seja, criando a perspectiva de profundidade.

Mãos a obra

(1) Desenhe um quadrado em perspectiva em uma folha de papel. Um quadrado de aproximadamente 8cm de altura por quatro centímetros (8 cm x 4cm). Não faça muito grande, para que você possa visualizar melhor e não tenha que ficar movendo os braços para riscar.

(2) Divide-lo verticalmente pela metade (teoricamente, isso não está certo, mas é perto o suficiente). Em seguida, divida-o ao meio horizontalmente.

(3) Agora vamos começar: Primeiramente pela parte esquerda do segmento superior, mas, se você for canhoto, você pode preferir começar canto superior direito. Observe novamente a curva que a elipse deve produzir e tente repetir no seu desenho. Obter essa primeira curva à direita é o truque principal – tudo o que virá depois serão apenas cópias da primeira.  Dica: Quando estiver desenhando, não olhe diretamente para a ponta do lápis, ou para o risco que está sendo formado. Olhe para onde você pretende chegar, antecipe um pouco a visão. Isso pode ajudar a ter mais precisão.


Agora gire o seu papel no sentido horário em 90 ° e copiar a curva que você acabou de desenhar, mas em sentido inverso, conforme a imagem acima.

… gire novamente o seu papel mais 90 ° e copie para o outro lado a curva, como um espelho.

Por fim, vire o papel novamente e copie mais uma vez, como um espelho, a curva que você acabou de desenhar.

Olhando, está correto? Bem, nessa caso, totalmente não está – eu teria que fazer melhor esse trabalho – mas está muito bom, para uma primeira tentativa.

Faça suas linhas se enquadrar em cada um dos seguimentos/quadrantes! Se você está tendo dificuldades para fazer, e ao ver seu desenho ele parece estar errado, tente ver a sua elipse em um espelho ou ligá-lo de cabeça para baixo para dar o seu olho de um novo modo de olhar para ele. Se o papel é fino o suficiente para ver através, você pode dobrar o papel e olhar através da luz. Embora não pareça, mas os dois lados devem ser exatamente  iguais. Comparando dessa forma ficará fácil detectar quaisquer erros. Tendo encontrado o problema, apague as linhas erradas deixando apenas as linhas corretas para se guiar quando for corrigir. Você pode fazer uma sombra para se guiar também, ao dobrar o papel. Apenas uma sombra para guiá-lo. Se tiver alguma coisa errada você vai perceber, mas se parece certo, é porque está certo mesmo!

Quanto mais você praticar essas elipses, mais fácil de desenhar elas se tornaram. Eu acho improvável que seja realmente possível desenhar uma elipse perfeita pela primeira vez, mas suas primeiras tentativas ficaram melhores gradativamente.

O fator Linha do Horizonte

Até agora temos apenas a nossa elipse desenhada como um círculo dentro de um distorcido quadrado vertical. Mas, para as elipses horizontais funcionar corretamente, você deve também levar em conta a distância acima ou abaixo da linha do horizonte. É como você pegar uma lata de refrigerante: Se colocá-la mais alto que seus olhos, você verá o fundo da lata. Se colocar abaixo dos olhos, veras a “tampa” da lata, mas se colocar na altura dos olhos, veras  o meio da lata, e é isto que estaremos representando aqui:

  1. marque a sua linha do horizonte, com uma linha horozontal (Na metade da folha)
  2. Defina um ponto de fuga (VP) e desenhe uma linha vertical através dele.
  3. Desenhe dois quadrados de largura idêntica em perspectiva – um acima e outro abaixo da linha.
  4. Divida estes quadrados na metade em ambos os sentidos como você fez no exercício anterior.

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  • Construa dentro de ambas quadrados, as elipses
  • Agora faça o contorno, e aplique uma sombra, dando o efeito tridimencional.

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Observe como a elipse “flui” para o lado. Nunca há uma associação nítida. Não pode restar uma ponta, conforme na primeira imagem.


Repita o exercício, mas desta vez com uma visão de baixo da linha do horizonte.

Aqui a linha do horizonte está tão abaixo, que ambos os lados estão acima da linha do horizonte.

Isto é igualmente correto se você inverter as elipses onde ambos os lados estão abaixo da linha do horizonte.

E correto para a esquerda …

… Ou para a direita da sua posição de visualização.

E a prática …

Depois de entender a geometria básica das curvas envolvidas provavelmente você vai ter mais facilidade de fazer diversas figuras. Aqui quero mostrar alguns exemplos que mostram a utilização da elipse na criação de desenhos.

Se você precisar desenhar alguma elipse muito grandes, você pode fazê-la primeiro pequena, assim terá uma boa noção para fazê-la grande. Depois para ampliá-la, você pode usar outras técnicas também, como de proporção, quadriculado, ou apenas pode tira-la somente olhando, vai depender de como tem mais facilidade.

Elipse dentro da elipse

Finalmente, haverá momentos quando você precisara desenhar uma elipse (ou mais) dentro de outra. Por exemplo, ao desenhar um círculo, objeto oco, com paredes com uma espessura considerável, como um vaso de barro. Neste caso específico, você precisa desenhar apenas a metade superior da elipse exterior. A parte a deve ser mais estreita do que a parte b. A metade inferior da elipse externa precisa ser “vista” apenas em sua mente como ela é definida exclusivamente pela iluminação e sombra da face frontal.


É essa elipse perfeita? Não – mas eu decidi deixá-lo. Pouco na vida é perfeito e potes de fornos, muitas vezes mostra falhas. Neste caso, deixei assim, pois potes de barro não são perfeitos …

Mas aqui o latão de leite e roda tem que ser tão perfeito quanto eu possa desenhá-los.

Exemplos de desenhos feitos utilizando o que aprendemos sobre a Elipse…


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(Este artigo foi criado originalmente por MJ Sibley Dip.AD. Eu o traduzi e adapitei em uma linguágem contemporanea e mais didádita, com o objetivo de facilitar o entendimento. Boa parte do texto foi aplicada minha própria interpretação da técnica, não sendo expressa nesses casos somente a idéia do autor)

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Se quer fazer hachuras, manda vê com esse Tutorial

Como eu já disse algumas vezes, gosto muito e admiro desenhos feitos em hachuras, acho super artístico! Acho muito difícil essa técnica, mas com umas dicas é possível fazer desenhos magníficos com ela!

Essas dicas foram estraidas de uma revista de desenho, tornando-a mais acessível para todos que gostam dessa técnica.

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Se vai Sombrear, faça essa sombra direito Poohh!!!

Uma coisa que eu não gosto, é de ver um sombreado mal feito. As vezes vemos que a pessoa tem capacidade de fazer um trabalho melhor, mais por pura preguiça faz uma machinha ali, outra aqui, que mais parecem borrões e acha que o trabalho já está pronto. É diferente de quando ainda estamos aprendendo a sombrear, que apesar de o resultado não ficar 100%, você percebe que o artista se esforçou em fazer o sombreamento certinho…

Então pessoal, vamos caprichar nos nossos sombreamentos. Neste tutorial irei demonstrar diferentes formas de sombreamento para seus respectivos fins. (Este tutuorial e imagens são originalmente do artista Bryan  Duey, eu apenas o traduzi e tornei o texto mais prático conforme meu ponto de vista).

O sombreamento adequado é importante no desenho realista. Escolher o tom certo e caprichar no sombreamento pode valorizar muito o seu trabalho. Esfumar e sombrear são os métodos de texturizar mais  popular entre os artistas do lápis.

O grafite é um material maravilhoso. Você pode riscar em grafite e depois esfumá-lo com um esfuminho, algodão… . Ou seja, basicamente você faria alguns rabiscos no papel (Figura 1) e posteriormente passaria o esfuminho ou algodão para misturá-lo, ou esfumar (Figura 2). Você pode tentar esfumar seu grafite com materiais diferentes, como tecido, borracha plástica, esfuminho, com objetivo de encontrar texturas diferentes e com diferentes tonalidades. Uma dica, para fazer o sombreamento do rosto seria usar pedaços de tecido, eles dão um efeito muito suave, parecidos com a pele.
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O Circulismo é um método muito popular entre os artistas de sombreamento. Consiste em desenhar círculos bem pequenos que se sobrepõem e se entrelaçam. Circular até atingir o tom desejado até pode ser entediante, mas os resultados valem a pena. Este método é grande valia para reproduzir uma textura de pele realista (Imagem de sombreamento misturado). Use um toque leve e vai aumentando a preção aos poucos até chegar no desejado.

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Com um esfuminho, misturamos o grafite demonstrado na figura 4, e o resultado fica uma textura mais lisa (Figura 5), e uniforme, mas não totalmente lisa (E não deve mesmo ser totalmente liso, pois a pele tem os poros, e o objetivo e tentar reproduzi-los também)!
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(Circulismo misturado como exemplo)

shading tutorial - circulism

Sombreamento Dark

Os sombreamentos Dark, ou seja, aqueles bem negros, são aqueles que muitas pessoas têm dificuldade para obter essa cor  escura. Honestamente, o preto não é realmente uma cor fácil com de fazer com Lápis  grafite. Se você quiser pretos escuros, tente usar o carvão vegetal. Mas para quem não abre mão de um lápis como eu, para esses tons escuros, tente usar o lápis grafite 7B. Pressionando bastante  e com a técnica do circulismo ao aplicar o grafite no papel.

Quando se desenha com lápis tons escuros, o grafite fica com um brilho, o que prejudica a visão dependendo do anglo que se olha. Então fica uma dica: você pode diminuir o brilho se passar um fixador de verniz fosco (spray), quando o desenho for concluído.
shading tutorial - black
shading tutorial - blacks (Exemplo sombreado preto)

Sombreamento em cruz (Rachurado)

Você talvez em algum momento já usou esse método de sombreamento. É simples, mas é eficaz. Eu acho que é muito artístico também! Na verdade admiro muito desenhos em rachuras!

A idéia básica é de cruzar vários riscos como uma sobreposição de linhas. Comece desenhando um conjunto de linhas diagonais lado a lado. Em seguida, gire 90 graus o seu desenho e risque linhas diagonais que se sobrepõem as primeiras. Isto pode ser repetido várias vezes para construir o tom. O Sombreado pode ser  forte ou solto, dependerá do seu objetivo. (Futuramente farei um post completo ensinando de forma bem prática como usar esse método de sombreamento muito elegante!)
shading tutorial - crosshatch image

Rachuras apertadas

Essa técnica de sombreamento é semelhante a de Cruz acima, só que nessa, todo o espaço e preenchido com trações paralelos e perpendiculares. Ao contrario do circulismo, nessa técnica, pretende-se preencher todo o espaço com riscos retos que se cruzam formando um angulo de 90º. Esta técnica pode ser utilizada para fazer textura de pelos de animais, por exemplo.
shading tutorial - crosshatch
shading tutorial - crosshatch

Sombreamento com Lápis de Cor

Sombrear com lápis de cor  pode ser bastante frustrante. Consegui um resultado melhor quando apliquei a técnica do circulismo. Ela realmente ajudou no trabalho com lápis de cor.

shading tutorial - colored pencil
shading tutorial - colored pencil

Sombreamento com Pastel

Sombrear com pastel  é bastante fácil. Uma vez que eles são bastante suaves, misturá-los não é um problema. Pelo menos acho que não. Rabisco alguns pigmentos de pastel sobre o papel e depois o espanho, usando um pedaço de tecido, por exemplo.

shading tutorial - pastel shading tutorial - pastel

shading tutorial - pastel

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Créditos:

FONTE: Este artigo foi baseado na obra de Brian Duey. Aqui adaptei o texto com minhas próprias interpretações, com o intuito de torná-lo mais didático.

Se gostou desta dica, deixe seu comentário!

 

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DESENHANDO GRAMA E CAPIM – "Desenho Negativo”

O título deste artigo é bem específico, mas as técnicas descritas aqui se aplicam tanto para o desenho de cabelos como para desenho de grama. Aqui também falarei mais sobre desenho negativo, ou seja desenho em torno de um espaço em branco, que só é perceptivel em sua mente quando rodead0 com notas positivas.

Então o que é desenho negativo?

O que você vê quando você olha esta imagem à direita? Você vê uma taça antiga e preta? Talvez um castiçal do ébano? Estas são imagens positivas. Ou você vê dois rostos brancos olhando um para o outro? Esses rostos seriam a área negativa, chamadas de  “White Space” (Espaço Branco). Imagine  duas faces de uma folha de papel branco e, em seguida, preencha o espaço entre elas de preto. Assim os rostos são revelados. Este desenho é Negativo – veja o espaço e não a linha. Aprender a ver o espaço em branco é um importante exercício, e para aprender é necessário treinar o olhar.

DESENHAR A GRAMA

Você pode fazer a grama na direção desejada a partir da “superficial” (a superfície serve para determinar o lugar no espaço que o objeto está firmado) …

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ENGANANDO À VELOCIDADE DO CÉREBRO

Consiste em confundir o elemento racional que tenta controlar o lado criativo. Deixe o seu subconsciente trabalhar, ele sempre sabe mais. Considere o seguinte exemplo:

“O princípio de estacionamento”

Tente tirar um carro de um estacionamento apertado devagar e com cuidado. Você irá falhar muitas vezes. Agora experimente fazer de forma mais rápida e espontânea, e você vai alcançar o sucesso pela primeira vez. O mesmo se aplica ao basquete, o índice de arremessos certeiros com bola parada é menor do que com a bola em movimento, em mesmas condições. O que eu quero dizer é que a prática conduz à confiança. Mas se você tentar manobrar um carro rapidamente e falhar não me mande as contas! srs

Este princípio demonstra a falha que existe quando deixamos a mente trabalhar consciente de suas ações e ditar o que fazer. O sucesso vem em permitir a sua intuição natural governar. Em outras palavras, você está tentando demais – apenas deixe fluir. A beleza do trabalho  com grafite é que você tem uma mente quase perfeita que mantêm contato com mão na construção da imagem. Não deixe sua consiência interferir na sua criatividade – você imagina, você desenha, torna-se realidade em um processo ininterrupto e contínuo.

Traçar & refazer “devagar e estável”

Eu tenho duas formas básicas de trabalho – ambas igualmente justificáveis – “riscar e refazer” e  “estacionário “. O primeiro muitas vezes funciona muito bem e é o único que eu recomendo para a elaboração de grama – que contém um elemento de espontaneidade e  alguns resultados surpreendentes podem surgir. É rápido, é imediata e requer apenas um pouco, se for o caso, de retoques (o refazer “elemento”). Voltaremos ao “Devagar e estável” e posteriormente combinaremos os dois.

Imagine que existem apenas duas marcação que podemos fazer: um para cima e outro para baixo.Vou traçar para cima para “desenhar” as hastes que brotam até a base de uma touceira de capim. E para baixo, definindo os topos das hastes na touceira abaixo do que eu estou desenhando. O traço ascendente desenha uma marca positiva, o descendente atrai  o negativo.

Traços feitos rapidamente… Depois amplio a área inicial destacada… Volto para a base e defino melhor os espaços brancos

Na parte de baixo, o processo começou novamente – traços positivos na base contrastando com as negativas acima e começa a definir novos espaços em branco entre ambos ramos… Um certo grau de trabalho na seção central combina os dois juncos de capim, e uma pequena quantidade de tom foi adicionado para dar corpo à grama negativamente desenhada.

Um certo grau de trabalho na seção central combina os dois juncos de capim, e uma pequena quantidade de tom foi adicionado para dar corpo à grama negativamente desenhada.

Note os traços ocasionais positivos que se encontram “atrás” das hastes negativas, dando a noção de profundidade … … E na frente para dar profundidade também. Para maior clareza eu desenhei estes exemplos muito maior do que eu faria em condições normais de utilização. Aqui você vê uma versão avançada da técnica de como aplicá-la normalmente.

Tente este exercício para desenvolver sua habilidade no desenho “Negativo” !

Pinte algumas areas deixando hastes brancas entre a pintura … … Preencha os espaços … … E mais … Perceba que as astes brancas são partes que não foram pintadas,  não foram apagadas!

… Até que você defina todo o espaço em branco … … Em seguida, adicione o tom para dar o “ar” realista e espacial.

Risco Devagar e estável  incorporando e refazendo

Considere que a grama aqui está em dois planos distintos – os talos estão no 1º plano, eles dizem aos olhos “isto é o capim” e, atrás uma construção menos visível de forma que o olho não tenha total discernimento da imagem, mas sabe que é capim, porque o plano da frente dá-lhe as pistas que ele almeja. O cérebro é uma máquina voraz – consegue determinar o sentido das coisas, mesmo quando implícita! Vejamos o plano da frente …

Aqui gostaria de começar esboçando as hastes principais; desenhe levemente uma linha de cada lado para delimitar o espaço que constitui o caule e as folhas. Lembre-se de que você está definindo um espaço em branco para que esteja ciente de que é a borda interna da linha o que importa – você está desenhando a linha em torno de uma forma branca. Existe apenas uma consideração importante aqui – o que você começar, você deve terminar. Cada haste que desenhar deve ter um começo e um fim – deve ir a algum lugar. O olho é perito em perceber pequenos elementos, e quando algo está indefinido, sem final, ele não consegue compreender e  a atenção do espectador é prejudicada e o senso de realidade que você está tentando alcançar não será atingido.

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Tendo definido os talos principais, coloco o plano em retaguarda deixando a grama em destaque. Aqui é onde você deixe sua imaginação solta, trabalhando em um ritmo que impede a intervenção do consciente. Seu objetivo é “natural” . Não seda a tentação de intervir, apenas deixe a natureza tomar conta.  Você só poderá definir adequadamente os tons dos ramos quando você terminar a grama do 2º plano, a  parte de trás.

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Como você trabalhou nesta área secundária entre os espaços brancos estabelecidos que representam os talos de capim, introduza agora formas aleatórias de linhas. Coloque-os seguindo o sentido natural das folhagens, que servirá para enganar o cérebro para ver mais detalhes do que existe. Assim como na vida real,  em um desenho não conseguimos distinguir cada elemento em um cenário (especialmente nas áreas de sombras profundas).

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Agora imagine, perceba na imagem, que mesmo olhando para aquela área mais escura, podemos diferenciar alguns caules e folhas, mesmo que bem distorcidos. É assim na natureza! – Nem tudo é visto com clareza total.
Se você pode ver a realidade em sua mente, você conseguiu um senso de realidade em seu desenho. É isso o que importa: Criar a realidade na mente das pessoas!

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Finalmente, é aplicado os tons nas hastes, ajustando o tom da parte de trás se necessário.
Este desenho foi feito na escala de 5cm x 8 cm  e demorou cerca de uma hora e meia para ser concluído.
Então veja bem, um bom resultado não se consegue instantaneamente!

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Mais aplicação desta Técnica:


Direitos Autorais: 2002-2006 MJ Sibley Dip.AD

(Este artigo foi criado originalmente por MJ Sibley Dip.AD. Eu o traduzi e adapitei em uma linguágem contemporanea e mais didádita, com o objetivo de facilitar o entendimento)

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Técnica de Sombreamento em Circulos

1.2.

Para sombrear seus desenhos, cada artista tem sua forma distinta e peculiar de fazer. Na verdade, é isto que torna possível reconhecer a personalidade do artista em sua obra.

Estou publicando a técnica do “Circulismo”, pois na minha opinião, é a melhor forma de se obter uma boa definição da textura da pele, de paredes, ou qualquer superfície porosa.

Sombreamento em círculos é uma técnica que muitos artistas usam para atingir uma textura de pele realista no desenho. Os rostos das pessoas não são perfeitas e não devem ser prestados assim. Circulismo, como é mais conhecido, consiste em pequenos círculos sobrepostos/entrelaçando-se no tom correto formando a textura da superfície.

Os círculos não precisam ser perfeitos para conseguir esse efeito. A figura 1 ilustra simplesmente círculos que se sobrepõem e entrelaçam. São apenas um exemplo,  mas na pratica eles não precisam ser certinhos. A grande questão dos círculos é que a superfície sombreada não fica lisa (e não deve ficar mesmo), e pequenas diferenças de tons que formam nos círculos imitam a aparência dos poros.  Na figura 2, tem um rápido exemplo de como circulismo ficara em um desenho. Nele foi aplicado grafite 3B e misturado em um movimento circular com um esfuminho. A técnica circulismo também pode ser utilizada sem a finalização com o esfuminho, conforme sua preferência. Mas se for escolher entre fazer o sombreamento com riscos paralelos (ricando prá-la e prá-cá…), ou sombreamento em círculos…, Por Favor, escolha sombreamento em círculos

Valeu amigos, Se gostaram dessa dica, não deixem de comentar!

FONTE: Este artigo foi baseado na obra de Brian Duey. Aqui adaptei o texto com minhas próprias interpretações, com o intuito de torná-lo mais didático.

++ vEjA mAiS:

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10 Mandamentos para Desenhos à Grafite

Dicas do Artista Brian Duey

10-dicas-para-blogueiros

Aqui você irá encontrar várias dicas extremamente úteis! Umas eu acrescentei, ouras foram dicas de diversos artistas divulgadas por Brian Duey. Meu trabalho, além de acrescentar alguns detalhes, foi de traduzir esse material.

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Quando trabalhar em um desenho, sempre compare os tons do desenho com outros tons, para verificar se está mantendo a proporção.

Se uma parte do desenho deve ser destacada, isso pode ser alcançado fazendo a circunferencia dessa área com tons mais escuros

Nunca toque em uma área do papel que ira receber grafite. Sua pele tem óleos, e quando passar o grafite pode borrar, aparecendo as impressões digitais, por exemplo. Trabalhe uma pequena área de cada véz.

Lembre-se de fazer uma graduação suave quando sombrear. Na maioria dos casos, os tons escuros não fluem diretamente em tons mais claros, há uma grande quantidade de tons médios entre os dois.
Com o branco dos olhos não são brancos, eles vão sempre receber o tom e muitas vezes destacados, conforme dica nº 2.

Dentes não são brancos, eles vão sempre receber um tom e muitas vezes tem algumas partes brilhantes que receberam o destaque.

Deve haver muito poucos, caso necessite, linhas solidas em um retrato. Os retratos são feitos com tons de grafite, não linhas. O cabelo não deve ser desenhado com linhas, mas desenhado com tons. Uma borracha limpa-Tipos ou qualquer massa adesiva funciona bem para tirar os tons, ou uma borracha.

Certifique-se não borrar os destaques. Devê mantê-los limpos para melhores resultados.
Use um lenço de papel para apoiar as mãos em cima do desenho, e nunca o arrante, se precisar mudar de posição, levante a mão e mude o papel para o outro local desejado.

Limpa Tipos  e borracha plastica pode adicionar um bom realismo aos cabelos.

Para alcançar um fundo escuro com um brilho mínimo, use um lápis grafite 3B.  A ponta fina da lapiseira cria rupturas nas fibras do papel, um lápis de madeira é mais indicado para essa parte do desenho.
Quando você coloca o desenho em um quadro, o brilho do grafite será menos evidente por trás do vidro.

10º Use um spray de verniz no desenho finalizado. O spray ira ajudar a proteger o desenho e diminuir o brilho do grafite. Lembre-se:
Escuro não é sempre preto e luz nem sempre é branco!