Melhor Site de Fotógrafo

Pessoal,

Clique no link abaixo e descubra porque este é o melhor site de fotografo!

ornammaia.46graus.com

Pois é, alem de desenhar, eu também trabalho com fotografia! Tenho um projeto de renovar meu portfólio de Desenhos realistas, e para isto usarei fotografias que eu mesmo tenha feito!

Acessem lá por favor, isso ajuda tornar o site popular, e se puderem, por favor, deixei suas opiniões!

fotografia, ensaio,, feminino, maringá, fotografo, , retrato,

 

Desenho esfumado com PH

Este é mais uma das encomendas que fiz.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Nela eu experimentei uma forma de esfumar diferente. Geralmente eu uso o esfuminho, porém o problema do esfuminho é que com ele demora muito, pois sua superfície de contato é muito pequena.

Neste desenho eu usei a técnica de esfumar com PH!

Para você que se perguntou agora que técnica é essa, não se apavore, é simples: Papel Higiênico!

Eu usei um pedaço de papel, 30 cm mais ou menos, e fui dobrando até ficar bem fininho, como um canudo. Feito esto dobrei ao meio o papel para ter uma ponta arredondada. Fiz outro rolo de papel maior para superfícies maiores que não não necessitem de muita precisão no sombreamento. Posso dizer que fazendo desta forma eu economizei pelo menos 30% do tempo que eu costumo gastar em um desenho assim. Totalizando, foram mais ou menos 17 horas.

Se alguém se interessar, posso explicar mais em um outro post sobre esta técnica!

Se gostou comenta, compartilha no seu face, twiter… valeu!

Técnica do Pincel Seco

Técnica muito parecida com a de desenho com grafite, a pintura do pincel seco ou Drybrush, é descrita pelo artista plastico Igor Kazarin, como sendo uma tecnica moderna do seculo XX, e com efeito agradavel da tecnica de percepção do desenho. A sua experiencia são de 20 anos em retratos e tem como média de 4 a 6 horas de tempo de execução de cada trabalho.

Para quem deseja começar a se aventurar nesta nova técnica, ele diz que quem já tem habilidade com o grafite terá menos dificuldade em aprender o ‘Pincel Seco’.
Dados da tecnica:

  • Nome: Drybrush
  • Origem: Moscou, Russia
  • Data: meados do século 20
  • Tema: Retrato
  • Pré-requisito: noções de desenho de retrato e técnicas secas.

Material para tecnica pincel seco:

  • tinta a óleo cor preta;
  • óleo de maquina de costura (lubrificante interno);
  • pincéis de cerdas sintéticas;
  • tela ou papel Fabriano;
  • lápis HB para esboço;
  • borracha.

Modo de pintar:
Realize com lapis HB o esboço do retatro com base de uma foto, depois prepare a sua paleta: “…em uma paleta de qualquer tinta de óleo preta é espremido uma pequena quantidade de tinta, se desejar pode adicionar umas duas ou três gostas de óleo de maquina como solvente. O segredo está em molhar o pincel na tinta o menos possível, e esfrega-lo bastante na paleta antes de ir para o papel, de forma que o pincel esteja bem seco e homogêneo.

Para compreendemos exatamente, nada melhor que assistir o vídeo do artista Igor realizando o retrato de Johnny Depp:


Pastel Seco colorido

 

Embreve estarei postando um tutorial completo sobre está técnica…, aguardem!!

Tutorial – Como desenhar um Rosto Passo a Passo

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Aqui está mais um tutorial completo que mostra todos os passos para se desenhar um retrato realista, ideal pois aqui estão expostas as bases necessárias para seu aperfeiçoamento. Mas caso você ainda seja um iniciante, sugiro que antes pratique os tutoriais de base citados abaixo, que lhe darão a base que você precisa, e assim obter mais facilidade na execução das técnicas especificadas no tutorial :

“O aperfeiçoamento exige de nossa parte muito esforço e dedicação! Não é possível estar entre os melhores sem passar por todos os caminhos duros da aprendizagem! ”  (Ornam MMaia)

Técnica de Sombreamento em Círculos

Treinando Técnicas de Sombreamento!!!

Como usar o Boleador em desenhos à Grafite

Desenhando Elipses

Tutorial – Como desenhar uma boca e como desenhar os dentes a Grafite

Tutorial – Como desenhar um Olho Realista

Tutorial – Como desenhar Nariz

Após você adquirir o conhecimento básico necessário sobre sombreamento você já está pronto para começar a fazer belos retratos. Você pode usar um papel oficio mesmo, e será interessante variar nas opções de lápis do 2H para o 7B.

Aqui foi desenhada a bela Kelly Monaco. Esta imagem eu encontrei na internet, e você pode escolher outra imagem, ou pode baixar o pacote de imagens que disponibilizo para download!

Vamos aos Passos

rosto passos

Passo 1 – Primeiramente você precisará fazer o esboço básico do desenho.  Faça o contorno com traços

ATENÇÃO: Este post ainda não acabou, Continue Lento Clicando no Link abaixo!

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Tutorial – Como desenhar superfícies Metálicas

Eu estou publicando este tutorial para mostrar os diferentes passos que se pode dar na elaboração de um desenho metálico realista. Existem vários métodos diferentes, por isso, lembre-se que o esboçado aqui não é uma regra, e sim, mais uma idéia para auxiliar aos que buscam aperfeiçoar suas técnicas!

 

Abaixo apresento um passo a passo ilustrado, está preparado para coloca-lo em pratica? Vamos lá então!

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Tutorial – Como desenhar uma boca e como desenhar os dentes a Grafite

Desenhar bocas, é um grande desafio. Quando comecei a desenhar, não ficava satisfeito com a aparência das bocas nos desenhos, não ficava natural. Posso dizer que apanhei bastante antes de aprender! Este tutorial vai ensina-los os principais pontos, para que vocês não precisem apanhar como eu apanhei para aprender! Principalmente em relação aos dentes! Ornam MMaia

Estou publicando este tutorial para tirar algumas duvidas que temos quanto a alguns detalhes ao se desenhar uma boca, e principalmente os dentes de forma Realista com lápis a grafite.

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Tutorial – Como desenhar um Olho Realista

Eu estou publicando este tutorial demonstrando como desenhar um olho realista em 15 Passos. Este método servirá como uma referencia, não como uma regra! Existem vários métodos diferentes, caberá a cada um adaptar a sua forma de trabalhar.

Lembre-se, o olho é uma das partes mais demoras de se desenhar, então está parte será como um teste de paciência para ver se você vai suportar terminar seus desenhos!

(Ornam MMaia)

15 Passos Para se desenhar um olho Realista:

Bom este olho que vamos desenhar é nada mais, nada menos que o olho do melhor desenhista realista da atualidade: Armim Mesmman.

imageLeia e pratique este tutorial a seguir, nele você encontrará os 15 passos para se fazer um olho realista.

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Tutorial – Como desenhar Nariz

 

Neste tutorial  feito por mim inspirado no tutorial original de Brian Duey (todas as imagens exceto a primeira, são de autoria de Brian Duey), podemos tirar uma idéia de como se desenhar um nariz realista. Aqui não está apresentado uma regra, e sim uma forma, de muitas formas de fazer. Cabe a cada artista adaptar ao seu estilo de desenhar! Ornam MMaia

Varias pessoas me perguntam aqui no “Expressão da Arte” dicas sobre para poder aperfeiçoar seu desenho de nariz, por isso, resolvi publicar este tutorial.

Passos para o desenho realista de Nariz

Passo 1 Primeiramente faça o esboço, ou seja, o contorno do nariz. Esse contorno deve ser feito com levesa, para que desapareça quando for sombrear

nose drawing tutorial nose drawing tutorial

Passo 2 Em seguida, pegar um lápis 3B (ou outro de sua escolha) e ir passando o grafite nas partes mais escuras do nariz. Não importa se ficou bom ou não, desde que fique homogênio, pois será esfumado depois.

Passo 3 Esfumar a parte que passou o grafite, buscando alcançar o tom original da imagem.

nose drawing tutorial nose drawing tutorial

Passo 4 Repetindo os 2 últimos passos, eu trabalho em outra área escura do nariz. Neste desenho, a fonte de luz está vindo da direita, então toda a sombra mais escura fica do lado esquerdo.

Passo 5 Agora começamos a trabalhar a área próxima à narina. Este é um dos lugares mais escuros em um nariz, porque ali está sendo recebida a sombra da narina. Esta parte também deve ser esfumada usando um esfuminho igual os passos anteriores. Ao trabalhar em um desenho, sempre tente lembrar-se qual a direção da fonte de luz está vindo.

nose drawing tutorial nose drawing tutorial

Passo 6 Em seguida, comece a fazer a parte de cima do nariz, onde a textura também é mais escura. No desenho realista geralmente é assim: Fazemos uma pequena parte de cada vez! é isto que garante um bom resultado!

Passo 7 O lado esquerdo do nariz fica sombreado. Com o esfuminho vou espalhando o grafite das partes escuras para as partes claras, fazendo um degrade. Se achar que deve escurecer mais alguma parte, basta aplicar mais grafite e esfumar mais um pouco.

nose drawing tutorial nose drawing tutorial

Passo 8 A parte mais escura da narina, esse lado esquerdo, geralmente uso o lápis 3B e em seguida uso o esfuminho para dar o acabamento.  Quando temos áreas muito escuras, como por exemplo o “buraco do nariz”, e precisamos fazer pelos, eu os faço apos escurecer, usando uma borracha plástica com uma beirada bem fina, passo a borracha com o objetivo de tirar o excesso de grafite. Outra opção seria passar o boleador antes de escurecer.

Passo 9 Depois de passar a borracha, faço alguns retoque com um lápis de ponta fina, caso a borracha tenha tirado mais grafite que deveria.

nose drawing tutorial nose drawing tutorial

Passo 10 Voltando-se ao nariz, começo a espalhar o grafite para as outras áreas com o esfuminho.

Passo 11 Vou espalhando, formando o tom mais leve que existe do outro lado do nariz. Mas eu também uso um pouco de lápis no lado direito, pois as vezes é preciso colocar um tom mais forte em algumas áreas, e nesse caso, uso o lápis.

nose drawing tutorial nose drawing tutorial

Passo 12 Agora começamos a trabalhar na parte do olho do lado direito.

Passo 13 O nariz já está basicamente pronto. Tudo o que você precisa fazer é refinar seu desenho, colocando alguns detalhes sutis, mas essenciais para deixar seu desenho com aspecto realista.Você pode adicionar poros para o nariz, os cabelos, as imperfeições, o que você queiser, até mesmo uma verruga. Os mais jovens estão mais propensos a ter uma pele mais lisa, e os mais de idade uma pele com imperfeições. lembre-se sempre disso, e terás sucesso.

nose drawing tutorial nose drawing tutorial

Passo 14 Nesse exemplo, escolhi fazer um desenho de um nariz de idoso, de forma que fosse visível os detalhes que podemos colocar, para tornar o desenho real. Então eu adicionei poros, sardas, luz, pelos, rugas e alguns para ele.

Espero que este tutorial tenha ajudado você de alguma forma ou de outra. Eu posso explicar como eu faço as coisas todos os dias, mas a idéia básica do desenho é apenas para entender como fazer os tons de fluxo e para treinar o olho para ver o que os outros não vêem. Pratique!

FONTE:Este artigo foi baseado na obra de Brian Duey. Aqui adaptei o texto com minhas próprias interpretações, com o intuito de torná-lo mais didático.
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Desenhando Elipses

“Eu fico me perguntado por diversas vezes que meio utilizar para melhorar a perspectiva e apresentação de um desenho com seus mais variados elementos, mas sempre a Elipse fica em primeiro lugar, no topo das opções. As Elipses podem ter a aparência de ser muito difícil, mas, como a maioria dos problemas que temos, elas podem ser decompostos em formas mais fáceis de trabalhar conforme explicarei abaixo.” (MJ Sibley Dip.AD.)

A Ellipse

Com faço para desenhar uma elipse?

Muita atenção O olho do observador pode detectar qualquer irregularidade em uma “forma” desenhada, seja ela um quadrado cujos lados não tem o mesmo comprimento, um “círculo” que não é circular e no caso,  uma elipse irregular, também será facilmente notada. Ou seja, quando a imagem está irregular, foge do que o olho esperava ver, por isso fica tão nítido a irregularidade. Em suma, um “círculo” representa a realidade global da cena e fazê-lo com perfeição permite que essa realidade global seja mantida. O mesmo é verdade para a elipse.

O que é uma elipse?

Uma elipse é simplesmente um círculo em perspectiva. Este é um conceito importante que você deve manter em mente.

Uma elipse, portanto, deve obedecer às mesmas regras como um círculo – que consiste em arcos, não contém linhas retas e, se divide em quatro partes, cada segmento é idêntico ao dos outros três.

Dividir o problema

Assim, como com o círculo, uma elipse contém quatro segmentos idênticos. Para este estudo desenhe uma elipse com uma elipse modelo. Ou use um programa de computador como o Paint, por exemplo, para fazê-la e depois imprima. Agora, desenhe uma linha vertical através da elipse para dividi-la igualmente na metade, em seguida, uma linha horizontal. Fica claro que cada quadrante é igual aos demais – apenas a orientação é diferente. O segmento superior esquerdo é uma imagem espelho do canto superior direito, que é uma imagem espelho vertical do segmento inferior direito abaixo … Você acabou de reduzir o problema em 75% (3/4) – e está ficando mais fácil a cada minuto!

Estudo da geometria

Agora vamos desenhar uma caixa em torno de nossa elipse, para que possamos estudar corretamente a geometria de um desses segmentos. Se você for destro, eu sugiro que você se concentre no canto superior esquerdo – utilizando o movimento natural do pulso, este é o primeiro arco que você fará. Observe que ambas as extremidades são “lisas” para os lados da caixa – uma elipse nunca forma a um ponto na parte superior ou inferior. Note também como o arco, enquanto viaja de cima para baixo, delicadamente desenrola a partir de uma curva apertada para uma curva suave. Ele faz isso sem problemas, sem indício de uma seção reta.

As primeiras tentativas

Este exercício consiste em fazer a elipse de forma inclinada, ou seja, criando a perspectiva de profundidade.

Mãos a obra

(1) Desenhe um quadrado em perspectiva em uma folha de papel. Um quadrado de aproximadamente 8cm de altura por quatro centímetros (8 cm x 4cm). Não faça muito grande, para que você possa visualizar melhor e não tenha que ficar movendo os braços para riscar.

(2) Divide-lo verticalmente pela metade (teoricamente, isso não está certo, mas é perto o suficiente). Em seguida, divida-o ao meio horizontalmente.

(3) Agora vamos começar: Primeiramente pela parte esquerda do segmento superior, mas, se você for canhoto, você pode preferir começar canto superior direito. Observe novamente a curva que a elipse deve produzir e tente repetir no seu desenho. Obter essa primeira curva à direita é o truque principal – tudo o que virá depois serão apenas cópias da primeira.  Dica: Quando estiver desenhando, não olhe diretamente para a ponta do lápis, ou para o risco que está sendo formado. Olhe para onde você pretende chegar, antecipe um pouco a visão. Isso pode ajudar a ter mais precisão.


Agora gire o seu papel no sentido horário em 90 ° e copiar a curva que você acabou de desenhar, mas em sentido inverso, conforme a imagem acima.

… gire novamente o seu papel mais 90 ° e copie para o outro lado a curva, como um espelho.

Por fim, vire o papel novamente e copie mais uma vez, como um espelho, a curva que você acabou de desenhar.

Olhando, está correto? Bem, nessa caso, totalmente não está – eu teria que fazer melhor esse trabalho – mas está muito bom, para uma primeira tentativa.

Faça suas linhas se enquadrar em cada um dos seguimentos/quadrantes! Se você está tendo dificuldades para fazer, e ao ver seu desenho ele parece estar errado, tente ver a sua elipse em um espelho ou ligá-lo de cabeça para baixo para dar o seu olho de um novo modo de olhar para ele. Se o papel é fino o suficiente para ver através, você pode dobrar o papel e olhar através da luz. Embora não pareça, mas os dois lados devem ser exatamente  iguais. Comparando dessa forma ficará fácil detectar quaisquer erros. Tendo encontrado o problema, apague as linhas erradas deixando apenas as linhas corretas para se guiar quando for corrigir. Você pode fazer uma sombra para se guiar também, ao dobrar o papel. Apenas uma sombra para guiá-lo. Se tiver alguma coisa errada você vai perceber, mas se parece certo, é porque está certo mesmo!

Quanto mais você praticar essas elipses, mais fácil de desenhar elas se tornaram. Eu acho improvável que seja realmente possível desenhar uma elipse perfeita pela primeira vez, mas suas primeiras tentativas ficaram melhores gradativamente.

O fator Linha do Horizonte

Até agora temos apenas a nossa elipse desenhada como um círculo dentro de um distorcido quadrado vertical. Mas, para as elipses horizontais funcionar corretamente, você deve também levar em conta a distância acima ou abaixo da linha do horizonte. É como você pegar uma lata de refrigerante: Se colocá-la mais alto que seus olhos, você verá o fundo da lata. Se colocar abaixo dos olhos, veras a “tampa” da lata, mas se colocar na altura dos olhos, veras  o meio da lata, e é isto que estaremos representando aqui:

  1. marque a sua linha do horizonte, com uma linha horozontal (Na metade da folha)
  2. Defina um ponto de fuga (VP) e desenhe uma linha vertical através dele.
  3. Desenhe dois quadrados de largura idêntica em perspectiva – um acima e outro abaixo da linha.
  4. Divida estes quadrados na metade em ambos os sentidos como você fez no exercício anterior.

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  • Construa dentro de ambas quadrados, as elipses
  • Agora faça o contorno, e aplique uma sombra, dando o efeito tridimencional.

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Observe como a elipse “flui” para o lado. Nunca há uma associação nítida. Não pode restar uma ponta, conforme na primeira imagem.


Repita o exercício, mas desta vez com uma visão de baixo da linha do horizonte.

Aqui a linha do horizonte está tão abaixo, que ambos os lados estão acima da linha do horizonte.

Isto é igualmente correto se você inverter as elipses onde ambos os lados estão abaixo da linha do horizonte.

E correto para a esquerda …

… Ou para a direita da sua posição de visualização.

E a prática …

Depois de entender a geometria básica das curvas envolvidas provavelmente você vai ter mais facilidade de fazer diversas figuras. Aqui quero mostrar alguns exemplos que mostram a utilização da elipse na criação de desenhos.

Se você precisar desenhar alguma elipse muito grandes, você pode fazê-la primeiro pequena, assim terá uma boa noção para fazê-la grande. Depois para ampliá-la, você pode usar outras técnicas também, como de proporção, quadriculado, ou apenas pode tira-la somente olhando, vai depender de como tem mais facilidade.

Elipse dentro da elipse

Finalmente, haverá momentos quando você precisara desenhar uma elipse (ou mais) dentro de outra. Por exemplo, ao desenhar um círculo, objeto oco, com paredes com uma espessura considerável, como um vaso de barro. Neste caso específico, você precisa desenhar apenas a metade superior da elipse exterior. A parte a deve ser mais estreita do que a parte b. A metade inferior da elipse externa precisa ser “vista” apenas em sua mente como ela é definida exclusivamente pela iluminação e sombra da face frontal.


É essa elipse perfeita? Não – mas eu decidi deixá-lo. Pouco na vida é perfeito e potes de fornos, muitas vezes mostra falhas. Neste caso, deixei assim, pois potes de barro não são perfeitos …

Mas aqui o latão de leite e roda tem que ser tão perfeito quanto eu possa desenhá-los.

Exemplos de desenhos feitos utilizando o que aprendemos sobre a Elipse…


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(Este artigo foi criado originalmente por MJ Sibley Dip.AD. Eu o traduzi e adapitei em uma linguágem contemporanea e mais didádita, com o objetivo de facilitar o entendimento. Boa parte do texto foi aplicada minha própria interpretação da técnica, não sendo expressa nesses casos somente a idéia do autor)

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Se quer fazer hachuras, manda vê com esse Tutorial

Como eu já disse algumas vezes, gosto muito e admiro desenhos feitos em hachuras, acho super artístico! Acho muito difícil essa técnica, mas com umas dicas é possível fazer desenhos magníficos com ela!

Essas dicas foram estraidas de uma revista de desenho, tornando-a mais acessível para todos que gostam dessa técnica.

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Se vai Sombrear, faça essa sombra direito Poohh!!!

Uma coisa que eu não gosto, é de ver um sombreado mal feito. As vezes vemos que a pessoa tem capacidade de fazer um trabalho melhor, mais por pura preguiça faz uma machinha ali, outra aqui, que mais parecem borrões e acha que o trabalho já está pronto. É diferente de quando ainda estamos aprendendo a sombrear, que apesar de o resultado não ficar 100%, você percebe que o artista se esforçou em fazer o sombreamento certinho…

Então pessoal, vamos caprichar nos nossos sombreamentos. Neste tutorial irei demonstrar diferentes formas de sombreamento para seus respectivos fins. (Este tutuorial e imagens são originalmente do artista Bryan  Duey, eu apenas o traduzi e tornei o texto mais prático conforme meu ponto de vista).

O sombreamento adequado é importante no desenho realista. Escolher o tom certo e caprichar no sombreamento pode valorizar muito o seu trabalho. Esfumar e sombrear são os métodos de texturizar mais  popular entre os artistas do lápis.

O grafite é um material maravilhoso. Você pode riscar em grafite e depois esfumá-lo com um esfuminho, algodão… . Ou seja, basicamente você faria alguns rabiscos no papel (Figura 1) e posteriormente passaria o esfuminho ou algodão para misturá-lo, ou esfumar (Figura 2). Você pode tentar esfumar seu grafite com materiais diferentes, como tecido, borracha plástica, esfuminho, com objetivo de encontrar texturas diferentes e com diferentes tonalidades. Uma dica, para fazer o sombreamento do rosto seria usar pedaços de tecido, eles dão um efeito muito suave, parecidos com a pele.
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O Circulismo é um método muito popular entre os artistas de sombreamento. Consiste em desenhar círculos bem pequenos que se sobrepõem e se entrelaçam. Circular até atingir o tom desejado até pode ser entediante, mas os resultados valem a pena. Este método é grande valia para reproduzir uma textura de pele realista (Imagem de sombreamento misturado). Use um toque leve e vai aumentando a preção aos poucos até chegar no desejado.

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Com um esfuminho, misturamos o grafite demonstrado na figura 4, e o resultado fica uma textura mais lisa (Figura 5), e uniforme, mas não totalmente lisa (E não deve mesmo ser totalmente liso, pois a pele tem os poros, e o objetivo e tentar reproduzi-los também)!
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(Circulismo misturado como exemplo)

shading tutorial - circulism

Sombreamento Dark

Os sombreamentos Dark, ou seja, aqueles bem negros, são aqueles que muitas pessoas têm dificuldade para obter essa cor  escura. Honestamente, o preto não é realmente uma cor fácil com de fazer com Lápis  grafite. Se você quiser pretos escuros, tente usar o carvão vegetal. Mas para quem não abre mão de um lápis como eu, para esses tons escuros, tente usar o lápis grafite 7B. Pressionando bastante  e com a técnica do circulismo ao aplicar o grafite no papel.

Quando se desenha com lápis tons escuros, o grafite fica com um brilho, o que prejudica a visão dependendo do anglo que se olha. Então fica uma dica: você pode diminuir o brilho se passar um fixador de verniz fosco (spray), quando o desenho for concluído.
shading tutorial - black
shading tutorial - blacks (Exemplo sombreado preto)

Sombreamento em cruz (Rachurado)

Você talvez em algum momento já usou esse método de sombreamento. É simples, mas é eficaz. Eu acho que é muito artístico também! Na verdade admiro muito desenhos em rachuras!

A idéia básica é de cruzar vários riscos como uma sobreposição de linhas. Comece desenhando um conjunto de linhas diagonais lado a lado. Em seguida, gire 90 graus o seu desenho e risque linhas diagonais que se sobrepõem as primeiras. Isto pode ser repetido várias vezes para construir o tom. O Sombreado pode ser  forte ou solto, dependerá do seu objetivo. (Futuramente farei um post completo ensinando de forma bem prática como usar esse método de sombreamento muito elegante!)
shading tutorial - crosshatch image

Rachuras apertadas

Essa técnica de sombreamento é semelhante a de Cruz acima, só que nessa, todo o espaço e preenchido com trações paralelos e perpendiculares. Ao contrario do circulismo, nessa técnica, pretende-se preencher todo o espaço com riscos retos que se cruzam formando um angulo de 90º. Esta técnica pode ser utilizada para fazer textura de pelos de animais, por exemplo.
shading tutorial - crosshatch
shading tutorial - crosshatch

Sombreamento com Lápis de Cor

Sombrear com lápis de cor  pode ser bastante frustrante. Consegui um resultado melhor quando apliquei a técnica do circulismo. Ela realmente ajudou no trabalho com lápis de cor.

shading tutorial - colored pencil
shading tutorial - colored pencil

Sombreamento com Pastel

Sombrear com pastel  é bastante fácil. Uma vez que eles são bastante suaves, misturá-los não é um problema. Pelo menos acho que não. Rabisco alguns pigmentos de pastel sobre o papel e depois o espanho, usando um pedaço de tecido, por exemplo.

shading tutorial - pastel shading tutorial - pastel

shading tutorial - pastel

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Créditos:

FONTE: Este artigo foi baseado na obra de Brian Duey. Aqui adaptei o texto com minhas próprias interpretações, com o intuito de torná-lo mais didático.

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Desenho Negativo – Um desafio diferente!

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Segue aqui, mais algumas dicas e detalhes sobre desenhos negativos.

Conforme eu já havia dito, não estou tendo muito tempo agora para preparar materiais meus para postar aqui, já que estou fazendo meu trabalho final da faculdade, e por isso estou aproveitando a oportunidade para traduzir e adaptar alguns textos com conteúdos interessantes, de artistas americanos. Segue mais este:

Quando  for fazer um desenho negativo, não se concentre no formato do objeto em si. O que você deve prestar atenção é no que está no contorno do objeto do desenho. Quando todo o espaço ao redor do objeto for sombreado, o objeto será definido pela forma positiva, ou seja, pelas partes mais claras.

Na figura 1, existem dois círculos. O círculo branco é formado pelos negros ao seu redor, portanto é um desenho negativo. Já o segundo círculo, é um exemplo de figura positiva, pois o que define o círculo negro e o branco a sua volta.

Pense no desenho negativo como um desenho branco sobre um fundo preto. Uma forma onde se pode usar o desenho negativo, por exemplo e quando queremos fazer brilho em alguns fios de cabelo que refletem luz, em meio a uma vasta sombra escura!

Figura 2 talvez lhe seja familiar. É o pequeno Neil Young. A maior parte deste desenho foi feito negativamente, pois é definida pelo sombreamento em torno dele. A guitarra, o rosto e as mãos foram todos desenhados de forma negativa. Eles foram deixados em branco.

Créditos:

FONTE: Este artigo foi baseado na obra de Brian Duey. Aqui adaptei o texto com minhas próprias interpretações, com o intuito de torná-lo mais didático.

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DESENHANDO GRAMA E CAPIM – "Desenho Negativo”

O título deste artigo é bem específico, mas as técnicas descritas aqui se aplicam tanto para o desenho de cabelos como para desenho de grama. Aqui também falarei mais sobre desenho negativo, ou seja desenho em torno de um espaço em branco, que só é perceptivel em sua mente quando rodead0 com notas positivas.

Então o que é desenho negativo?

O que você vê quando você olha esta imagem à direita? Você vê uma taça antiga e preta? Talvez um castiçal do ébano? Estas são imagens positivas. Ou você vê dois rostos brancos olhando um para o outro? Esses rostos seriam a área negativa, chamadas de  “White Space” (Espaço Branco). Imagine  duas faces de uma folha de papel branco e, em seguida, preencha o espaço entre elas de preto. Assim os rostos são revelados. Este desenho é Negativo – veja o espaço e não a linha. Aprender a ver o espaço em branco é um importante exercício, e para aprender é necessário treinar o olhar.

DESENHAR A GRAMA

Você pode fazer a grama na direção desejada a partir da “superficial” (a superfície serve para determinar o lugar no espaço que o objeto está firmado) …

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ENGANANDO À VELOCIDADE DO CÉREBRO

Consiste em confundir o elemento racional que tenta controlar o lado criativo. Deixe o seu subconsciente trabalhar, ele sempre sabe mais. Considere o seguinte exemplo:

“O princípio de estacionamento”

Tente tirar um carro de um estacionamento apertado devagar e com cuidado. Você irá falhar muitas vezes. Agora experimente fazer de forma mais rápida e espontânea, e você vai alcançar o sucesso pela primeira vez. O mesmo se aplica ao basquete, o índice de arremessos certeiros com bola parada é menor do que com a bola em movimento, em mesmas condições. O que eu quero dizer é que a prática conduz à confiança. Mas se você tentar manobrar um carro rapidamente e falhar não me mande as contas! srs

Este princípio demonstra a falha que existe quando deixamos a mente trabalhar consciente de suas ações e ditar o que fazer. O sucesso vem em permitir a sua intuição natural governar. Em outras palavras, você está tentando demais – apenas deixe fluir. A beleza do trabalho  com grafite é que você tem uma mente quase perfeita que mantêm contato com mão na construção da imagem. Não deixe sua consiência interferir na sua criatividade – você imagina, você desenha, torna-se realidade em um processo ininterrupto e contínuo.

Traçar & refazer “devagar e estável”

Eu tenho duas formas básicas de trabalho – ambas igualmente justificáveis – “riscar e refazer” e  “estacionário “. O primeiro muitas vezes funciona muito bem e é o único que eu recomendo para a elaboração de grama – que contém um elemento de espontaneidade e  alguns resultados surpreendentes podem surgir. É rápido, é imediata e requer apenas um pouco, se for o caso, de retoques (o refazer “elemento”). Voltaremos ao “Devagar e estável” e posteriormente combinaremos os dois.

Imagine que existem apenas duas marcação que podemos fazer: um para cima e outro para baixo.Vou traçar para cima para “desenhar” as hastes que brotam até a base de uma touceira de capim. E para baixo, definindo os topos das hastes na touceira abaixo do que eu estou desenhando. O traço ascendente desenha uma marca positiva, o descendente atrai  o negativo.

Traços feitos rapidamente… Depois amplio a área inicial destacada… Volto para a base e defino melhor os espaços brancos

Na parte de baixo, o processo começou novamente – traços positivos na base contrastando com as negativas acima e começa a definir novos espaços em branco entre ambos ramos… Um certo grau de trabalho na seção central combina os dois juncos de capim, e uma pequena quantidade de tom foi adicionado para dar corpo à grama negativamente desenhada.

Um certo grau de trabalho na seção central combina os dois juncos de capim, e uma pequena quantidade de tom foi adicionado para dar corpo à grama negativamente desenhada.

Note os traços ocasionais positivos que se encontram “atrás” das hastes negativas, dando a noção de profundidade … … E na frente para dar profundidade também. Para maior clareza eu desenhei estes exemplos muito maior do que eu faria em condições normais de utilização. Aqui você vê uma versão avançada da técnica de como aplicá-la normalmente.

Tente este exercício para desenvolver sua habilidade no desenho “Negativo” !

Pinte algumas areas deixando hastes brancas entre a pintura … … Preencha os espaços … … E mais … Perceba que as astes brancas são partes que não foram pintadas,  não foram apagadas!

… Até que você defina todo o espaço em branco … … Em seguida, adicione o tom para dar o “ar” realista e espacial.

Risco Devagar e estável  incorporando e refazendo

Considere que a grama aqui está em dois planos distintos – os talos estão no 1º plano, eles dizem aos olhos “isto é o capim” e, atrás uma construção menos visível de forma que o olho não tenha total discernimento da imagem, mas sabe que é capim, porque o plano da frente dá-lhe as pistas que ele almeja. O cérebro é uma máquina voraz – consegue determinar o sentido das coisas, mesmo quando implícita! Vejamos o plano da frente …

Aqui gostaria de começar esboçando as hastes principais; desenhe levemente uma linha de cada lado para delimitar o espaço que constitui o caule e as folhas. Lembre-se de que você está definindo um espaço em branco para que esteja ciente de que é a borda interna da linha o que importa – você está desenhando a linha em torno de uma forma branca. Existe apenas uma consideração importante aqui – o que você começar, você deve terminar. Cada haste que desenhar deve ter um começo e um fim – deve ir a algum lugar. O olho é perito em perceber pequenos elementos, e quando algo está indefinido, sem final, ele não consegue compreender e  a atenção do espectador é prejudicada e o senso de realidade que você está tentando alcançar não será atingido.

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Tendo definido os talos principais, coloco o plano em retaguarda deixando a grama em destaque. Aqui é onde você deixe sua imaginação solta, trabalhando em um ritmo que impede a intervenção do consciente. Seu objetivo é “natural” . Não seda a tentação de intervir, apenas deixe a natureza tomar conta.  Você só poderá definir adequadamente os tons dos ramos quando você terminar a grama do 2º plano, a  parte de trás.

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Como você trabalhou nesta área secundária entre os espaços brancos estabelecidos que representam os talos de capim, introduza agora formas aleatórias de linhas. Coloque-os seguindo o sentido natural das folhagens, que servirá para enganar o cérebro para ver mais detalhes do que existe. Assim como na vida real,  em um desenho não conseguimos distinguir cada elemento em um cenário (especialmente nas áreas de sombras profundas).

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Agora imagine, perceba na imagem, que mesmo olhando para aquela área mais escura, podemos diferenciar alguns caules e folhas, mesmo que bem distorcidos. É assim na natureza! – Nem tudo é visto com clareza total.
Se você pode ver a realidade em sua mente, você conseguiu um senso de realidade em seu desenho. É isso o que importa: Criar a realidade na mente das pessoas!

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Finalmente, é aplicado os tons nas hastes, ajustando o tom da parte de trás se necessário.
Este desenho foi feito na escala de 5cm x 8 cm  e demorou cerca de uma hora e meia para ser concluído.
Então veja bem, um bom resultado não se consegue instantaneamente!

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Mais aplicação desta Técnica:


Direitos Autorais: 2002-2006 MJ Sibley Dip.AD

(Este artigo foi criado originalmente por MJ Sibley Dip.AD. Eu o traduzi e adapitei em uma linguágem contemporanea e mais didádita, com o objetivo de facilitar o entendimento)

Qualquer dúvida ou sugestão, se gostou, ou NÂO, deixe um comentário, opine!

Técnica de Sombreamento em Circulos

1.2.

Para sombrear seus desenhos, cada artista tem sua forma distinta e peculiar de fazer. Na verdade, é isto que torna possível reconhecer a personalidade do artista em sua obra.

Estou publicando a técnica do “Circulismo”, pois na minha opinião, é a melhor forma de se obter uma boa definição da textura da pele, de paredes, ou qualquer superfície porosa.

Sombreamento em círculos é uma técnica que muitos artistas usam para atingir uma textura de pele realista no desenho. Os rostos das pessoas não são perfeitas e não devem ser prestados assim. Circulismo, como é mais conhecido, consiste em pequenos círculos sobrepostos/entrelaçando-se no tom correto formando a textura da superfície.

Os círculos não precisam ser perfeitos para conseguir esse efeito. A figura 1 ilustra simplesmente círculos que se sobrepõem e entrelaçam. São apenas um exemplo,  mas na pratica eles não precisam ser certinhos. A grande questão dos círculos é que a superfície sombreada não fica lisa (e não deve ficar mesmo), e pequenas diferenças de tons que formam nos círculos imitam a aparência dos poros.  Na figura 2, tem um rápido exemplo de como circulismo ficara em um desenho. Nele foi aplicado grafite 3B e misturado em um movimento circular com um esfuminho. A técnica circulismo também pode ser utilizada sem a finalização com o esfuminho, conforme sua preferência. Mas se for escolher entre fazer o sombreamento com riscos paralelos (ricando prá-la e prá-cá…), ou sombreamento em círculos…, Por Favor, escolha sombreamento em círculos

Valeu amigos, Se gostaram dessa dica, não deixem de comentar!

FONTE: Este artigo foi baseado na obra de Brian Duey. Aqui adaptei o texto com minhas próprias interpretações, com o intuito de torná-lo mais didático.

++ vEjA mAiS:

>>Veja mais Técnicas de desenho<<

>>Tecnicas de Grafite – Tutorial Completo<<

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10 Mandamentos para Desenhos à Grafite

Dicas do Artista Brian Duey

10-dicas-para-blogueiros

Aqui você irá encontrar várias dicas extremamente úteis! Umas eu acrescentei, ouras foram dicas de diversos artistas divulgadas por Brian Duey. Meu trabalho, além de acrescentar alguns detalhes, foi de traduzir esse material.

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Quando trabalhar em um desenho, sempre compare os tons do desenho com outros tons, para verificar se está mantendo a proporção.

Se uma parte do desenho deve ser destacada, isso pode ser alcançado fazendo a circunferencia dessa área com tons mais escuros

Nunca toque em uma área do papel que ira receber grafite. Sua pele tem óleos, e quando passar o grafite pode borrar, aparecendo as impressões digitais, por exemplo. Trabalhe uma pequena área de cada véz.

Lembre-se de fazer uma graduação suave quando sombrear. Na maioria dos casos, os tons escuros não fluem diretamente em tons mais claros, há uma grande quantidade de tons médios entre os dois.
Com o branco dos olhos não são brancos, eles vão sempre receber o tom e muitas vezes destacados, conforme dica nº 2.

Dentes não são brancos, eles vão sempre receber um tom e muitas vezes tem algumas partes brilhantes que receberam o destaque.

Deve haver muito poucos, caso necessite, linhas solidas em um retrato. Os retratos são feitos com tons de grafite, não linhas. O cabelo não deve ser desenhado com linhas, mas desenhado com tons. Uma borracha limpa-Tipos ou qualquer massa adesiva funciona bem para tirar os tons, ou uma borracha.

Certifique-se não borrar os destaques. Devê mantê-los limpos para melhores resultados.
Use um lenço de papel para apoiar as mãos em cima do desenho, e nunca o arrante, se precisar mudar de posição, levante a mão e mude o papel para o outro local desejado.

Limpa Tipos  e borracha plastica pode adicionar um bom realismo aos cabelos.

Para alcançar um fundo escuro com um brilho mínimo, use um lápis grafite 3B.  A ponta fina da lapiseira cria rupturas nas fibras do papel, um lápis de madeira é mais indicado para essa parte do desenho.
Quando você coloca o desenho em um quadro, o brilho do grafite será menos evidente por trás do vidro.

10º Use um spray de verniz no desenho finalizado. O spray ira ajudar a proteger o desenho e diminuir o brilho do grafite. Lembre-se:
Escuro não é sempre preto e luz nem sempre é branco!

Desenhando Pelos de animais – Dicas de MJ Sibley

Ultimamente estou tendo pouquíssimo tempo para preparar novos materiais, dicas e idéias para postar aqui. Mas aproveitando desta situação e com o objetivo de passar outro ponto de vista também para vocês, e não apenas o meu, resolvi pesquisar alguns tutoriais de alguns grandes artistas!

Encontrei alguns em inglês, irei traduzi-los, e conforme for traduzindo, irei postando aqui.

Para começar, como muitas pessoas pedem ajuda sobre como fazer cabelos e pelos, deixo esse tutorial criado por MJ SiBley, um artista Americano. O conteúdo não é meu, eu apenas o traduzi e coloquei a linguagem um pouco mais prática e acrescentei alguma coisa, para facilitar o entendimento! Espero que gostem, pois assim que receber a autorização de um outro grande artista, estarei postando suas dicas aqui também!

Uma pequena introdução ao tema

“Como muitos pedem auxilio sobre como desenhar pelos, resolvi mostrar como desenhar um cachorro. Esse exercício aparentemente simples é na verdade uma tarefa quase impossível. Não só pelo fato que os estilos de um artistas para outro são muito diferentes, mas também pela forma diferente de cada um trabalhar. No entanto, pretendo pelo menos apresentar-lhe a minha maneira de desenhar pelos ou cabelos; as técnicas que descreverei na verdade se adéquam ao meu estilo e ambições … mas espero passar uma idéia sobre o assunto, mas tenho consciência que a minha idéia é só uma entre mil formas de se fazer……..

Um encantador desenho de um cão por Karen Gillies. Os tons foram usados para modelar e definir a forma do corpo, que concentra a maior atenção do espectador sobre os olhos, já que foi a parte escolhida para ter destaque. O artista atribuiu pouca importância ao detalhe do cabelo. Este Basset Hound, mostra o uso do cabelo/pelos como o único meio de expressar a forma tridimensional do corpo. Aqui, o branco do olho foi cuidadosamente preservado para atrair a atenção nesse sentido.

A ilustração (acima, à esquerda) mostra o uso global de sombreamento – nele  o assunto foi tradado como um objeto tridimensional único sem textura da superfície e  foi feita a aplicação de tons sem muita preocupação com tornar a textura tridimensional. Ao dar prioridade visual da forma subjacente, a presença de pêlos é deixada quase inteiramente para a imaginação de telespectadores, não sendo muito trabalhoso o desenho.

Na elaboração do Basset (acima à direita) eu usei um sombreamento detalhado e preciso – deve-se observar a quantidade de reflexo de luz nos pelos, e reproduzir o efeito, assim como as sombras.  Neste desenho foi dado prioridade à aparência exterior – A forma tridimensional é descrita apenas pelos cabelos e sua textura, pela forma que foi realçada em seu contorno.

Não é tudo em preto e branco  total…

Se todo “preto” fosse realmente preto e todo “branco” fosse um puro e impecável branco, não veremos nada alem de desenhos planos com contornos nítidos, sem nenhuma noção de outra dimensão. . Mas nada na vida é tão simples – na realidade, os reflexos e a absorção da luz desempenham um papel importantíssimo para definir o que vemos. É o destaque da luz  na pelagem preta do Labrador, com todo seu brilho que nos revela o formato do cão – a estrutura superior, ou seja, a superfície nunca é  vista de forma demasiada, sempre tem algo mais a observar. Nesse caso, o pelo, só o pelo, definiu a sua forma tridimensional. O mesmo também se aplica para um Poodle branco, apenas a ênfase é invertida – nesse caso, são as sombras que desempenham um papel de destaque no desenho, revelando suas formas. Mas há também um outro aspecto que é tão verdadeiro para ambos os processos descritos, que é…

Um risco de lápis não é um cabelo…

O risco do Lápis serve apenas para marcar a forma e a posição dos cabelos. Bem, isso pode ser percebido se pensarmos em ocasiões onde necessite fazer um fil  ou mecha branca em cima de uma preta. O lápis certamente irá adicionar o tom na medida necessários para os pelos, pintando-o em sua forma. Mas no uso geral, uma linha feita com a ponta de um lápis não representa um fio de cabelo – ela forma a fronteira entre uma mexa e outra.

Negativo e Positivo …

Nos desenho de pelos, observamos partes de textura positivas e partes de texturas negativas (Em relação ao contraste entre luz e sombra. Onde há mais sombra do que luz, o desenho é “negativo”, e quando há mais luz do que sombra, a imagem é dita “positiva”), e cada um tem de ser entendido separadamente para que após isso, você possa facilmente combinar os dois e reproduzir o cabelo com um senso de realidade.

Como afirmei acima, vemos os cabelos pretos por causa de seus destaques de luz, já os cabelos brancos são destacados por suas sombras. Em ambos os casos, os cabelos são visíveis devido à sua “negativa” de propriedades. Na prática, você não cria o cabelo, mas a sombra ou realce. Para os pelos pretos o destaque vai variar de brilhante ou branco para uma série de escurecimento em tons de cinza, mas não, porém, em preto – os tons mais escuros disponíveis devem ser reservados para as sombras positivas que definem as arestas dos pelos pretos , e não para os cabelos propriamente ditos.

Esta é a chave para o desenho negativo, a técnica que você deve aprender – como trabalho, o foco não completa a sua atenção sobre as linhas reais, mas sim o quê você está desenhando nos espaços entre elas. Em comum com a pintura em aquarela, o único branco que o artista à grafite dispõe é o branco do papel. Para produzir uma linha em branco essa linha deve estar com seus limites previamente definidos, descrevendo-a seu contorno com um tom mais escuro. A linha que desenhada não tem importância em si mesmo. É o espaço entre as linhas que é o primordial.

Estas são linhas pretas no branco ou linhas brancas no preto? Se estas são  linhas pretas desenhadas em papel branco, ou seja, fundo branco, então consequentemente são marcas de linhas positivas do desenho . Linhas brancas sobre fundo preto? O preto é o fundo porque ele define o limite do branco. O preto é desenhado exclusivamente para criar o branco. Esta é a negativa de desenho.

A folhagem é um exemplo de desenho positivo. As linhas do lápis de fornecem as marcas dominantes. E o fundo branço é claramente definido. Um exemplo de desenho negativo – Neste caso, as linhas de lápis servem apenas para definir os pelos branco dominante. Uma combinação – A sombra positiva traçada é estendida para cima e para baixo nas superfícies negativas do desenho.

Como se consegue isso?


Sempre que possível, eu trabalho do escuro para a claro. Do ponto de vista puramente prático, é muito mais fácil após desenhar uma parte,  passar o grafite no desenho em uma área com tom escuro já definido. Isso me permite usá-lo como uma ruptura – para atrair em uma direção para depois retornar e continuar na direção oposta. A orelha a esquerda da imagem ao lado (e o que eu estou querendo demonstrar). Gostaria de trabalhar nesta área em quatro fases distintas ….

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Fase 1: Tendo encontrado a minha área de sombra negra que é minha primeira etapa, estabeleço a sombra, ou seja  a borda superior onde iniciaria os fios brancos elaborando cuidadosamente tentando definir o melhor possível os fios claros e mais leves. Lembre-se, eu estou desenhando as sombras entre os cabelos aqui. O branco “cabelos” são deixados em branco até a próxima fase.

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Fase 2: Trabalhar a partir de escuro para a luz. A orelha é atraída de volta para dentro da sombra. Este desenho é negativo pois o destaque do desenho são os fios brancos entre o fundo de fios negros. Uma vez que estes pêlos são definidos, o tom é aplicado para dar a correta dimensão do 3D. A iluminação é continuamente ajustada para alcançar o efeito tri-dimensional necessário.

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Fase 3: Novamente o desenho é “grafitado” na sombra escura que se estende para baixo na área inferior a orelha. Se alguns dos fios de luz precisa voltar-se para a sombra isto pode ser conseguido usando uma borracha plastica ou borracha kneadable – Ao passar a borracha, uma linha de grafite e deslocada criando um borramento com o borracha ao misturar com a parte branca do papel, gerando o efeito desejado.

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Fase 4: O destaque do desenho negativo  será finalisado. Juntando as duas linhas de limite exterior, ou seja, as que sobressaem do conjunto, você consegue bons resultados. Estes formam agora uma linha positiva que é atraída para um ponto para terminar no final de cada cabelo. Compare os fios que ganham continuidade na fase 4, relacionando com a terceira.

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Conclusão …

Se trabalhar  uma pequena area de cada vez você fará o seu projeto global muito mais fácil e de melhor manipulação, tanto fisicamente, como mentalmente e vai mantê-lo firmemente sob controle. Não fique tentado a trabalhar em todo o desenho de uma só vez e nem tente preencher as áreas inteiras com um tom. Bem, sim – eu sei que o desenho ficará  completo muito mais rápido … e você poderá sentir que está estabelecendo uma forma, mas cuidado! – os destaques brilhantes que você precise fazer mais tarde poderam se tornar-se uma missão quase que impossível de se fazer, resultando em uma perda de vida no desenho e diferentes profundidades mediante aos tons empregados.

Sempre atente na direção da luz, considerando a posição de cada fio de cabelo que você definir e aplique a iluminação em conformidade com o original. Definindo  os cabelos/pelos, calcule e adicionar o seu devido tom no  local específico. Isso irá dar-lhe uma realidade impressionante – não trabalhe no desenho como um todo, trabalhe cada local isoladamente.”

Este Tutorial foi desenvolvido pelo artista MJ SiBley, e foi traduzido e implementado por mim.

Para conhecer o site do artista, fonte desse tutorial acesse:http://www.sibleyfineart.com/tutorial–draw-hair.htm

Como usar o Boleador em desenhos à Grafite

“Alguns desenhistas não conhecem os  benefícios que o uso do boleador proporciona, e por isso acabam tendo muito trabalho para reproduzir um efeito no desenho que poderia ser feito facilmente com o auxilio de um boleador.”

boleador Para quem ainda não conhecia, na imagem à esquerda temos um modelo de boleador. Ele parece uma caneta, e tem na ponta metálica no formato de uma bolinha.

No Desenho Realista à Grafite, usamos muito o boleador para fazer detalhes, como: Os fios de cabelo brancos e grisalios, barbas, os sulcos das rugas entre outros detalhes.

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Como posso usar o Boleador?

drawing_of_clint2site

Nesta imagem acima podemos ver situação onde ele é frequentemente utilizado no Desenho a Grafite.

Perceba pequenos fios de cabelo e de barba no desenho. Veja como eles são delicados. Imagine se o desenhista fosse pintando com o lápis, com muito cuidado, sempre deixando os pequenos fios brancos sem pintar! Pois bem, é ai que entra o boleador.

O boleador cria pequenos sulcos ou valetas no papel (Deve ser um papel de maior gramatura que o sufite) , desta forma, quando passamos o lápis ou esfuminho no desenho, as pequenas valetas feitas pelo boleador não são pintadas ficando como pequenos fios brancos.

A utilização do boleador poderá ser muito diversificada, vai depender um pouco da criatividade do artista. Mas vou exemplificar como já o utilizei:

Eu o usei em um desenho onde havia muitos fios brancos. Então, antes de começar a passar o grafite na parte do cabelo, pequei o boleador, fiz os riscos referentes aos fios brancos, colocando força suficiente para que fazer as canaletas. Deve-se fazer todos os traços dos fios brancos antes de começar a passar o grafite. Como esse risco com boleador é um risco pesado, devemos ter cuidado para fazer os traços dos fios sem sair tremidos ou tortos. Procure fazer o mais regular possível.

Então resumindo, no desenho realista dá para usar o boleador para fazer fios brancos e outros detalhes pequenos brancos no desenho, simplismente passando o boleador na área antes de aplicar o grafite.

Caso tenha ficado alguma duvída ou você conheça outra utilidade no desenho realista, favor comentar abaixo.

By. Ornam MMaia  (Dessiner)